quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Contos mal contados #7


Sem precisar falar


Fred chega a sua casa muito cansado por mais um dia difícil na empresa onde trabalha. Aquele gerente chato parece complicar e acabar cada vez mais com a vida dele.
Ele abri a porta, com a mente tão cansada que quase chora. Julia escuta a porta se abrindo e vem correndo feliz para os braços de Fred. Ele larga a pasta no chão, folga a gravata e abri um sorriso exausto, mas sincero.
- Pelo menos em minha casa - pensa ele - , eu tenho um pouco de felicidade.
Eles se abraçam e Fred fica a acaricia-la. Ela não percebe, por estarem com os rostos um do lado do outro, mas ele deixa cair uma lágrima. Não tem nem mais forças para segurá-las.
De repente ela larga dele, e sai correndo em direção ao quarto onde ele dorme. Fred baixa a cabeça de joelhos olha pro chão e cai em pranto, como nunca.
Ela sai do quarto lentamente trazendo uma corda, com um rosto como se quisesse dizer: - Por que você faz isso? - Ela se aproxima, e ele toma a corda e fala: - Me abrace – fala isso e puxa ela. Eles se abraçam mais uma vez e ele continua a chorar, sem saber o que dizer. – Está vendo isso? - Ela fica olhando sério pra ele. – Eu só não fiz isso por sua causa, hoje cedo amarrei esta corda em uma madeira do teto... – Quase não consegue falar, fica pausando por causa de tanto choro. – coloquei ela no teto. Já estava tudo quase pronto. Quando te vi dormindo. Eu tenho você, ainda tenho razão para viver. Você ainda é minha felicidade. – Julia parecia está com olhos molhados. –Me perdoe – continua Fred - , não farei mais isso, nem pensarei. Vou cuidar de você. – Eles se abraçam novamente. – Tudo está bem agora. Fred solta mais um leve sorriso, parece está aliviado e seguro de está junto à Julia. – De repente ela late assustando Fred, que dá uma gargalhada. Pega a corda, enquanto Julia fica sentada no chão olhando para ele. Segurando firme aquilo que seria seu fim, ele diz: - Você nunca mais verá isso. – Ela fica olhando pra ele e parece balançar a cabeça em afirmação. Fred vai à cozinha e Julia vai o seguindo. Ele joga a corda no lixeiro da cozinha, pega a ração, põe comida na vasilha de Julia, e ela vai logo à comida, parecia está mesmo com fome. Enquanto ela come, ele, sorrindo, faz carinho nela. Comendo e abanando o rabo.

Por: Erik Kleiver

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Golden Axe = Destroyer o impiedoso.


Provavelmente você já deve ter perdido algumas horas de sua vida jogando videogame ou algum jogo eletrônico, certo? Se não, não se preocupe, quem sabe essa leitura desperte curiosidade para que você busque conhecer um pouco mais sobre esse aparelho culpado pelas notas baixas na escola ou pelo semestre perdido na universidade.

Só para deixar claro, esse post não tem objetivo é direcionado ao videogame em si, apenas um pouco sobre um jogo que faz parte da vida dos desenvolvedores do blog e realmente merece um espaço aqui no woodestruct.

Assim como muitos jovens, eu também tenho essa mania de jogar videogame, passando horas em frente a uma TV tentando zerar um jogo. Para mim é um desafio que se não for cumprido é considerado desonra. Mas apesar disso, não me considero um gamer de fato, apenas um simpatizante que teve a infância marcada por um Super Nintendo (SNES). Por isso não esperem um conteúdo muito aprofundado sobre o game que irei falar. A minha intenção com esse post, além de mostrar um pouco desse meu lado “Nerd” é dar inicio a um futuro projeto do woodestruct voltado para essa área.

Para começar decidi falar sobre o lendário GOLDEN AXE. Sim é um jogo antigo e talvez mal visto pelos gamers atuais, porém, lembro-me de quando conheci o game e fiquei realmente encantado. Os desenhos medievais, os personagens estilo bárbaros, efeitos sonoros bizarros nas vozes dos vilões quando morriam, era definitivamente encatador aos olhos de uma criança de 6 ou 7 anos como eu na época.



Golden Axe foi lançado em 1989 pela SEGA para o mega drive. O jogo se baseia no estilo beat-am up, ou seja, os players andam e batem nos vilões que aparecem no cenário. Mas por trás de toda essa base existe uma história, ao menos o Golden Axe tem história que é muito épica para quem gosta daquele clássico RPG medieval.

O nome “Golden Axe” é por conta de uma mística arma que existe, que proporciona ao seu dono grandes poderes. Essa arma pertence no momento a um vilão chamado Death Adder. Na história, Death Adder era um guerreiro cruel que queria dominar o local, e para isso sequestrou o rei e a rainha, tornando-os prisioneios em seu castelo. Para mostrar que quem mandava agora no território era ele, deu ordens para que seus homens invadissem e destruissem alguns vilarejos. Mas Death Adder não sabia que em meio a esse ato de crueldade, surgiria três guerreiros que lutariam contra toda essa repressão por vingança.
No jogo esses três personagens são os que o jogador pode escolher. Cada um possue características e habilidades diferentes tendo vantagens e desvantagens.

Abaixo segue um breve perfil:

  • Axx Battler: É um guerreiro que aparentemente é totalmente baseado em Conan o Barbaro. Usa uma cueca azul e botas de mesma cor, cabelos medianos que lhe caem nos ombros e uma postura de líder durão. Axx Battler está nessa jornada na intenção de vingar sua mãe, que foi morta pelos capangas de Death Adder.
    Como personagem ele tem habilidades medianas. Possue uma agilidade de ataque média, velocidade e uso de mágia equilibrados. Para mim é o mais fraco dos três, muitas vezes pela falta de habilidade ele é atrapalhado em meio ao combo e acaba tomando mais porrada. A magia de Axx vem da terra, ele invoca algumas pedras e larva do chão que atinge os inimigos.

  • Gillius Thunderhead: É um velho anão que mostra sabedoria e habilidade. Tem uma longa barba, usa um capacete com chifres e uma roupa verde, bem típico dos bravos Vinkings. Em mãos carrega um grande machado. Gillius busca Death Adder para vingar a morte do irmão.
    A habilidade de Gillius está em sua grande capacidade de luta, sua velocidade e precisão nos golpes que podem matar o inimigo com facilidade. Porém a desvantagem está na magia. Não tem um bom suporte para lançar magias poderosas, tornando-o um jogador pancadaria mesmo. A magia de Gillius é baseada em raios que atingem seus inimigos causando-lhe danos.

  •  Tyris Flare: Uma amazona corajosa e semi-nua que está nessa jornada contra Death              Adder para vingar a morte de seu pai e sua mãe, que foram mortos em uma invasão dos capangas de Death Adder. Sendo assim é a que possui a mais triste história e a que guarda mais rancor dentre os três personagens. Tyris possuem a menor habilidade em lutar, utilizando uma espada curta ela ataca seus inimigos com certa rapidez, porém seu dano é fraco. A vantagem dela está na mágia, possuindo o maior estoque, podendo matar todos os inimigos com apenas uma magia lançada, dependendo de sua potência. As magias de Tyris são baseadas no fogo, também são as mais bonitas, principalmente a mais poderosa, onde um dragão aparece na tela e destrói todos os inimigos ali presentes.
A imagem é só uma representação mesmo, não são eles no jogo.




Uma boa dupla para zerar com mais facilidade o jogo é Tyrys e o barbudo Gillius.


Apresentado os mocinhos, agora vem o temido Death Adder:
O ultimo cenário é dentro de seu enorme castelo. Ele está no ultimo compartimento e você o enfrenta contra seus capangas esqueletos (que são os mais chatos e dificeis capangas do jogo). Como já dito, Death Adder quer dominar o reino e mostrar quem manda! Utilizando para isso o Golden Axe, sua poderosa arma. Ele usa uma mascara roxa com chifres, que mete medo em qualquer um. Uma sunga roxa, combinando com a mascara, botas e o machadão cruel, apilidado por mim e Erik Kleiver (nosso cartoonista) de Destroyer o impiedoso, pela grande dificuldade que é destruir esse BOSS.

As habilidades do ultimo chefão são ultras, tem golpes únicos que se ti acertarem ti levará ao chão e logo depois uma magia poderosa lançada por Adder tirará mais 1 traço de vida. Além de seus capangas esqueletos que não morrem! Se acabar seus continues... Só lamento, terá que começar tudo de novo, desde o primeiro cenário.

O jogo é realmente hardcore, mas muito divertido. Os cenários são simples e meios loucos. Existem buracos sem sentidos e pontes inesperadas. Mas as músicas são cativantes, a cada cenário elas penetram em sua cabeça e ti fazem murmurá-las enquanto joga.

Abaixo segue a versão metal do tema musical do game.



Considero um jogo dificil, principalmente nos dias de hoje, que ao meu ver os jogos priorizam muito mais a história do que a dificuldade. Será um grande desafio para os gamers atuais finalizarem um jogo estilo Golden Axe. Talvez não tenham paciência ou habilidade suficiente para chegarem até o fim como eu e Erik. Passamos uma tarde toda na jornada contra o Death Adder, mas conseguimos derrotá-lo. No ultimo traço de vida, com zero “continues”, Tyris acertou uma voadora no vilão que o levou ao chão. Salvamos assim o rei e a rainha e todos do vilarejo!


Em breve postaremos mais informações sobre jogos que fizeram e fazem parte de nossa história. Também vamos adicionar informações sobre jogos atuais, pesquisas e entrevistas serão feitas com vocês leitores, para saber qual jogo mais jogado e porque.

Woodestruct agradece a atenção e até o próximo post!

Nada contra nada heim...



Essa do Mukeka di rato é uma resenha!   

Será que ele é glam?


O estilo glam no rock, no geral, é caracterizado pelo visual andrógino. Predomina a diversidade de cores, lantejoulas, maquiagem feminina, salto alto, etc. O Glam Rock começou a ser difundido em meados dos anos 70 na Inglaterra. Musicalmente, o Glam Metal se diferencia do Glam Rock pelo som mais pesado, sendo uma vertente mais próxima do Heavy Metal. Hoje esse estilo de musica é chamado de "sleaze". Bandas desse gênero são conhecidas pela sua abordagem lírica muitas vezes romântica, mas também destacando o hedonismo, sexo, mulheres, drogas e fama. Como bandas que fizeram nome nesse estilo, podemos destacar, T-Rex, Sweet, David Bowie, New York Dolls, Led Zeppelin, Alice Cooper, Kiss, Bon Jovi, Motley Crue, Poison, Ciderella, e muitas outras. Até no meio cristão surgiram bandas desse tipo, a Banda Stryper talvez seja o maior nome.No Brasil tivemos bandas como, Secos e Molhados, Rita lee e Tutti-Frutti, e também Casa das máquinas, que postaremos na sequ6encia de vídeos abaixo.




Essa é a banda Ciderella que citamos no texto. Daquelas bem, bem, bem...glam.  




Abaixo, um clássico do Stryper. Muito bom.




E pra quem não sabe, AC/DC teve seu tempo bem "glanzinho", quando o vocalista ainda era o Dave Evans.


Essa é a Casa das máquinas. Sem comentários.




E pra não perder o costume, vai ai um cartoon sobre o assunto.